terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Um mundo sem "tecnologia"

Olá meu povo! Estou sumido,não?! Pois é, fiquei aproximadamente um mês ora sem computador, ora sem internet. Espero que este blog siga uma tendência inversa aos outros blogs: começar cheio de postagens e ir caindo no esquecimento..Fato é que já começou bem diferente!

Mas então, durante esse meu período de trevas, praticamente sem tecnologia dentro de casa eu pude lembrar o que é ficar uma tarde inteira lendo um livro. Me entenda: ficar sem computador é quase excluir metade da minha vida, já que eu não tenho TV em casa, pois é no computador que eu vejo meus filmes, é onde estão as músicas que eu gosto, ou seja, no meu computador tem tudo que eu tenho pra fazer em casa, então é bem entediante pra mim ficar sem computador. Então, como eu disse, com essa experiência eu pude lembrar como é ler durante uma tarde inteira e busquei mais coisas pra fazer fora de casa também, afinal uma hora ler também cansa...
No início eu confesso que foi um pouco difícil, eu ficava preocupado com meus e-mails e com o orkut,mas com o passar do tempo vc vai reaprendendo a viver sem essa tecnologia toda...

Tá, e daí??! E daí que meu conselho é o seguinte: experimente passar uns dias sem computador, internet, televisão, até seu celular!!!Deixe-o em casa nem que seja apenas por um dia...Acredita que há uns 10 anos atrás vc não tinha esse órgão no seu corpo?? É verdade! Pois então, liberte-se disso, nem que você não goste da experiência, valeu pra saber como é!

Um abraço a todos os 1286387126873126 leitores desse blog em nascimento.
Deixe de preguiça e em vez de mandar um scrap no "yogurt" faça uma visita à moda antiga! =D

4 comentários:

John, O Lobo disse...

Rapaz, lembro das minhas férias escolares quando eu tirava um mês inteiro só pra ler, jogar bola, tocar violão. Nada de computador, tv ou celular. E sabe o que? Naquela época o tempo pareci passar bem mais devagar.

Ju disse...

Incrível, Henrique. O que escreveu é bem verdade mesmo! Não há nada melhor que experimentar viver alguns ou muitos dias sem celular, internet, televisão, telefone e todas as várias outras coisas que nos prendem dentro de casa e nos impedem de, como você disse, viver à moda antiga. Nada melhor que escrever uma carta, daquelas bem longas (pegar uma folha de caderno e retirar o cantinho do espiral – ou um papel de carta antigo –, escolher uma caneta, refletir sobre as palavras, para não ter de usar corretivo, borracha ou rasuras – sim, sobreviver sem a tecla "Backspace" do computador –, dobrar o papel, colocá-lo num envelope, escrever destinatário, remetente, comprar selo e todo aquele ritual de que, sinceramente, sinto muita falta) para um amigo de infância, um ex-amor, uma professora querida, um parente que foi morar longe. Não há nada melhor para quem escreve a carta e, certamente, para quem a recebe. Não é como apertar o "F5" do nosso computador para ver se há novos "scraps", depoimentos... Não abrimos a caixinha de correio da nossa casa todos os dias. Não dá para apertar o F5. E a sensação de abrí-la, certos de que só encontraremos contas a serem pagas, e encontrarmos uma CARTA daquele alguém especial, é indescritível. Nossa! Não há tecnologia que pague! Vivi isso quando fui à Itaúnas, em julho do ano passado. Fiquei 11 dias longe do mundo. Nada de celular, Orkut, msn, televisão, nada de preocupação, nem de problemas fúteis. Nada de carro, nada de trânsito, nada de semáforos, pardais eletrônicos, nada de shopping. Onze dias curtindo a mais bela natureza, conhecendo gente (que beleza é conhecer gente que, ao mesmo tempo, é tão diferente e tão parecida com a gente) de todos os lugares do nosso país, ouvindo histórias, pensando no que há de importante na nossa vida, naquilo que já não nos serve mais. O único problema lá era decidir se o melhor seria dançar ao lado da igreja, ou dentro do quarto, na cozinha da pousada, na areia da praia, nos restaurantes, na ponte... Pena que esse problema, se prolongado, faz parecer que tomamos a pílula azul. E não dá pra ser assim (infeliz ou felizmente), não pode ser assim. A pílula vermelha acaba fazendo falta. Abraços!

Guilherme disse...

Tenho tido um pouco dessa experiência de viver sem tecnologia... meu irmão até que me ajuda um pouco (monoppolizando e talz), mas concordo contigo: as pessoas deviam deixar de serem "controladas" por essa tecnologia... ler um livro como dissera, ir ao parque da cidade caminhar um pouco, agora sem celular complica pra mim :P... e ficar sem câmera também, não consigo deixar de tirar foto XD

Henrique disse...

Obrigado pelos coments galera!

Ju, primeiro, que inveja de vc estando em Itaúnas em julho!!!Esse ano pretendo estar lá!!=D
Segundo, eu soh tive a experiência de receber uma carta uma única vez na vida, e não era de alguem taaaaao especial,mas soh de ser tao inesperado já foi extremamente especial, até pelo "trabalho"que a pessoa teve pra mandar aquela carta, de fato há algumas coisas da vida "antiga" que sinto falta e acredito que dê pra recuperar, aqui e ali no nosso dia-a-dia.

Guilherme, eu não disse que eh facil!Eu mesmo fico meio perdido quando to sem celular,mas isso eh num primeiro momento, depois vc acostuma e passa a se preocupar menos com isso e dar mais valor a outras coisas...=D

Vlw pela visita galera!